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28 julho 2011

um mail do CDS para mim!!

dois, a bem dizer ...

fui repescar umas coisas q me chegavam quando decidia enviar para os vários grupos parlamentares os meus protestos e 'recados' .. recebi muiiiiiiiitas promessas do CDS, algumas do seu líder, PP ..
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«Ora esguardai, como se fôsseis presentes, uma tal cidade assim desconfortada e sem nenhuma certa fiúza de seu livramento, como viveriam em desvairados cuidados, quem sofria ondas de tais aflições? ...» - FERNÃO LOPES, Crón. D. João I
pois esguardai!

1
from Grupo Parlamentar CDS-PP gp_pp@pp.parlamento.pt
to Ana Lima
date Thu, Jan 8, 2009 at 4:54 PM
subject RESPOSTA - contra a avaliação-fantochada do ME
mailed-by pp.parlamento.pt

Grupo Parlamentar CDS-PP to me




Grupo Parlamentar


Cara Professora Ana Maria Pereira Lima Silva,

Como penso que sabe, o CDS apresentou um Projecto de Resolução que previa a suspensão do actual modelo e que apontava caminhos para um modelo transitório para o presente ano lectivo. Foi votado no passado dia 5 de Dezembro e esteve quase a ser aprovado. Infelizmente, tal não aconteceu e perdeu-se uma oportunidade de sair deste impasse e ultrapassar a teimosia e arrogância do Ministério da Educação nesta matéria.

Neste âmbito, e uma vez que houve abertura para a visão do CDS-PP sobre esta injustiça, apresentamos já um Projecto de Lei, que será discutido no próximo dia 23 de Janeiro, que consagra a revogação dos presentes decretos regulamentares e onde apresentamos uma avaliação transitória para o presente ano lectivo, que vai de acordo às exigências dos professores, mas também às necessidades das escolas no desenvolvimento normal das suas actividades. Este projecto, se mantiver o acolhimento que a proposta inicial do CDS teve, pode ser a solução definitiva para a questão da avaliação dos professores.

Até lá, viabilizaremos todas as iniciativas que ajudem a resolver, ainda que só parcialmente, esta questão.

Atentamente

Paulo Portas
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mensagem q motivou a resposta:
Enviada: quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009 16:12
Assunto: contra a avaliação-fantochada do ME
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«Caros Deputados,

Hoje vão ter a possibilidade de fazer justiça, votando favoravelmente a proposta apresentada pelo grupo parlamentar do PSD! Vão ter 150.000 Professores a olhar, atentamente, para cada um de vós. Queremos ser avaliados, mas não por este modelo "remendado" e pedagogicamente duvidoso. PEDIMOS UMA ÚLTIMA VEZ: FAÇAM JUSTIÇA - VOTEM FAVORAVELMENTE E SUSPENDAM ESTE MODELO DE AVALIAÇÃO DO ME! Façam tréguas nas "guerras" partidárias!»

Ana Maria Pereira Lima Silva, Professora

2.

from Presidência CDS-PP presidencia@cds.pt
date Thu, Feb 26, 2009 at 12:28 PM
subject Fw: RESPOSTA - SER PROFESSOR


Cara Ana Lima,

Embora os deputados do CDS já tivessem lido o seu e-mail só agora o pude avaliar pausadamente. Como, na minha família, tive e tenho professores, "revisitei" , no seu texto muito do que é a ética de serviço de um professor. Impressiona-me ( e cansa) a tentativa de "virar o país" contra os professores. Pela injustiça, pela desmotivação que causa e pelo péssimo serviço prestado ao país. Bem haja pelo seu texto.

Com estima,
Paulo Portas
Gabinete da Presidencia
Largo Adelino Amaro da Costa, 5
1149-063 Lisboa
Telefs: 21.881 47 22/39
Fax: 21.886 10 11
E-mail: presidencia@cds.pt
----- Original Message -----
From: Grupo Parlamentar CDS-PP
To: Pedro Mota Soares
Cc: Presidência CDS-PP
Sent: Tuesday, January 20, 2009 3:53 PM
Subject: FW: RESPOSTA - SER PROFESSOR

De: Ana Lima [
Enviada: terça-feira, 20 de Janeiro de 2009 15:12
Para: Grupo Parlamentar CDS-PP
Assunto: Re: RESPOSTA - SER PROFESSOR

Obrigada por ter respondido..
Espero que o texto que enviei tenha, de algum modo, servido para 'lançar luz' sobre o que é, de facto, isto de "ser professor".
Com os meus cumprimentos,
Ana Lima

2009/1/20 Grupo Parlamentar CDS-PP

Cara Professora Ana Lima,

Começo, desde já, por agradecer o seu contacto.


Como já tem conhecimento, o CDS-PP apresentou um Projecto de Lei que vem na sequência de um anterior Projecto de Resolução que previa a suspensão do actual modelo - e que apontava caminhos para um modelo transitório para o presente ano lectivo. Foi votado no passado dia 5 de Dezembro e esteve quase a ser aprovado. Infelizmente tal não aconteceu, como bem sabe, e perdeu-se uma oportunidade de sair deste impasse e ultrapassar a teimosia e arrogância do Ministério da Educação, nesta matéria.

Neste âmbito - e uma vez que houve abertura para a visão do CDS-PP sobre este problema na Educação - o nosso Projecto de Lei será votado nesta sexta-feira, dia 23 de Janeiro. Este Projecto do CDS consagra a revogação dos presentes decretos regulamentares e apresenta uma avaliação transitória para o presente ano lectivo - que vai de acordo com as exigências dos professores e também com as necessidades das escolas no desenvolvimento normal das suas actividades.

Queremos, neste âmbito como em todas as nossas propostas, apresentar soluções para que o País possa, de uma forma responsável, voltar à normalidade no seu sistema público de Educação. Acredito que este projecto, se mantiver o acolhimento que a proposta inicial do CDS teve, pode ser a solução definitiva para a questão da avaliação dos professores. 

Espero que no próximo dia 23 seja um dia de normalização do sistema de ensino público.

Atentamente,

Paulo Portas



*
Enviada: sábado, 17 de Janeiro de 2009 12:12
*
Assunto: SER PROFESSOR
Aspectos que toda a gente parece ignorar sobre a profissão de professor e que será bom esclarecer:

1º. Esta é uma profissão em que a imensa maioria dos seus agentes trabalha (em casa e de graça, entenda-se) aos sábados, domingos, feriados, madrugada adentro e muitas vezes, até nas férias! Férias, sim, e sem eufemismos, que bem precisamos de pausas ao longo do ano para irmos repondo forças e coragens. De resto, é o que acontece nos outros países por essa Europa fora, às vezes com muito mais dias de folga do que nós: 2 semanas para as vindimas em Setembro/ Outubro, mais duas para a neve em Novembro, 3 no Natal e mais 3 na Páscoa, 1 ou 2 meses no verão.
2º. É a única profissão em que se tem falta por chegar 5 minutos atrasado (5 minutos que equivalem a um tempo, de 45 ou 90 minutos!)
3º. É uma profissão que exclui devaneios do tipo "hoje preciso de sair meia hora mais cedo", ou o corriqueiro "volto já" justificando a porta fechada em horas de expediente.
4º. É uma profissão que não admite faltas de vontade e motivação ou quaisquer das 'ronhas' que grassarão, por exemplo, no ME (quem duvida?) ou na transparente AR.
5º. É uma profissão de enorme desgaste. Ainda há bem pouco tempo foi divulgado um estudo que nos colocava na 2ª posição, a seguir aos mineiros, mas isto, está bom de ver, não convém a ninguém lembrar…
6º. É uma profissão que há muito deixou de ser acarinhada ou considerada, humana e socialmente. Pelo contrário, todos os dias somos agredidos – na nossa dignidade ou fisicamente (e as cordas vocais não são um apêndice despiciendo…) , enxovalhados na praça pública, atacados e desvalorizados, na nossa pessoa e no nosso trabalho, em todas as frentes, nomeadamente pelo 'patrão' que, passe a metáfora económica tão ao gosto dos tempos que correm…, ao espezinhar sistematicamente os seus 'empregados' perante o 'cliente', mais não faz do que inviabilizar a 'venda do produto'!
7º. É uma profissão em que se tem de estar permanentemente a 100%, que não se compadece com noites mal dormidas, indisposições várias (físicas e psíquicas) ou problemas pessoais …
8º. É uma profissão em que, de 45 em 45, ou de 90 em 90 minutos, se tem de repetir o processo, exigente e desgastante, quer de chegar a horas, quer de "conquistar" , várias vezes ao longo de um mesmo dia de trabalho, um novo grupo de 20 a 30 alunos (e todos ao mesmo tempo, não se confunda uma aula com uma consulta individual ou a gestão familiar de 1, 2, 'n' filhos...)
9º. É uma profissão em que é preciso ter sempre a energia suficiente (às vezes sobre-humana) para, em cada turma, manter a disciplina e o interesse, gerir conflitos, cumprir programas, zelar para que haja material de trabalho, atenção, concentração, motivação e produção. Batemos aos pontos as competências exigidas a qualquer dos nossos milionários bancários, dos inefáveis empresários, dos intocáveis ministros! Ao contrário deles (da discrepância salarial e demais benesses não preciso nem falar) e como se não bastasse tudo o que nos é exigido …
10º. ainda somos avaliados, não pelo nosso próprio desempenho, mas pelos sucessos e insucessos, os apetites e os caprichos dos nossos alunos e respectivas famílias, mais a conjuntura política, económica e social do nosso país!
Assim, é bom que a "cara opinião pública" comece a perceber por que é que os professores "faltam tanto" – leia-se 'faltavam' (*)
Para além do facto de, nas suas "imensas" faltas, serem contabilizadas também situações em que, de facto, estão a trabalhar :
- no acompanhamento de alunos em visitas de estudo,
- em acções, seminários, reuniões, para as quais até podem ter sido oficialmente convocados,
- para ficarem a elaborar ou corrigir testes e afins , que não é suficiente o tempo atribuído a essas tarefas ,
- ou, como vem sucedendo ultimamente, a fazerem em casa, que é o sítio que lhes oferece condições, horas e horas não contabilizadas do obrigatório "trabalho de escola"….
Para além disto, e não é pouco, há pelo menos, como acima se terá visto, toda uma lista de 10 boas e justificadas razões para que o façam.

*
Correcção : as nossas faltas nem sequer são faltas! São dias descontados ao período de férias!
(*) agora praticamente não faltamos: 5 dias/ano de artigo 102 contra os anteriores 12 ou os 24 dias (2 por mês) do antigo artigo 4.º, alguém se lembra? Não faltamos, o que não se traduz necessariamente em maior produtividade, muito menos em mais qualidade.
· Agora vamos para as aulas, doentes, indispostos, mal dormidos, encharcados em calmantes (sim, em que acham que resulta o stress em que nos têm mantido nos últimos 3 anos?!).
· Nem temos, sequer, hipótese de ir ao médico, que nos obrigam a repor as aulas (escapamos apenas se estivermos presos, sabiam?) Mais: o nosso médico, que nos conhece há 20 anos, não pode atestar da nossa doença, se não for convencionado!! - esta, uma situação do mais aberrante, nas raias do surrealismo!!
· Os testes que dantes ficávamos a corrigir (abdicando de dias de férias) demoram agora semanas e semanas a serem entregues aos alunos…
E … também há quem, não dando uma única falta, tenha (nas aulas, em casa..) uma 'rica vida', acreditem!
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27 junho 2011

ADD, cronologia de uma suspensão anunciada

ou ..  o pinóquio revisitado?
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ora vejamos: 

19:31 Quinta feira,  
24 de março de 2011 


O PSD entregou hoje no Parlamento um projeto de lei que determina a revogação da avaliação de desempenho dos professores em vigor e que deverá ser aprovado amanhã. (Vídeo SIC no fim do texto)



24 de Março, 2011
 

PSD, CDS-PP, Bloco de Esquerda e PCP vão aprovar na sexta-feira na Assembleia da República a revogação da avaliação de desempenho dos professores em vigor, segundo fontes dos partidos.

O PSD - à semelhança do PCP e Bloco de Esquerda - entregou esta quinta-feira no Parlamento um projecto de lei, para ser discutido e votado na sexta-feira, que determina a revogação do actual modelo de avaliação de desempenho dos professores.

O diploma, apresentado quinta-feira pelo deputado social-democrata em conferência de imprensa na Assembleia da República, determina a revogação dos artigos do Estatuto da Carreira Docente (ECD) relativos à avaliação de desempenho, bem como do decreto-regulamentar que regula o sistema de avaliação dos professores, anunciou o deputado Pedro Duarte.

O projecto-lei terá como princípios base a distinção da avaliação de classificação, a não universalidade em detrimento de «estar adaptado a cada contexto», com «um cariz formativo» e «ciclos temporais mais alargados», em termos de mudança de escalão.

«O actual modelo é uma causa de enorme perturbação nas escolas e de desmotivação dos professores. Por outro lado, não tem qualquer benefício na melhoria da qualidade do desempenho dos professores», justificou Pedro Duarte.

Os sociais-democratas pretendem que até ao final do actual ano lectivo o Governo aprove «o enquadramento legal e regulamentar» que concretize um novo modelo de avaliação, que «deverá produzir efeitos a partir do próximo ano lectivo».

A deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago afirmou que «não há nada como eleições no horizonte», em reacção à proposta de revogação do PSD, anunciando que o partido vai votar favoravelmente.

«Não há nada como umas eleições no horizonte. Até hoje o PSD não tinha demonstrado qualquer vontade de suspender este modelo. Os sindicatos foram várias vezes requerer a suspensão e o PSD nas intervenções que fazia dizia que não era vontade sua», afirmou. (ahhh! será que lhes voltou a 'passar a vontade', agora que já garantiram o 'poleiro'?!)

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25 de Março, 2011


A oposição parlamentar aprovou hoje a revogação do actual sistema de avaliação de desempenho dos professores com os votos favoráveis de PSD, PCP, BE, PEV e CDS-PP e contra da bancada do PS e do deputado social-democrata Pacheco Pereira.

O texto aprovado na generalidade, especialidade e votação final global substituiu os projectos de lei do PCP e PSD sobre a matéria e tinha também sido subscrito pelo Bloco de Esquerda e Os Verdes.

O diploma determina a revogação do decreto-regulamentar que define as regras da avaliação de desempenho dos professores e o início de um processo negocial entre Governo e sindicatos para concretizar um novo modelo.

O texto de substituição, que foi dispensado de redacção final, recebeu o voto contra da bancada socialista e do social-democrata Pacheco Pereira, que votou contra todos os diplomas.

Apesar desta votação, o Parlamento pronunciou-se à mesma na generalidade sobre os projectos de lei do PCP e do PSD, que foram aprovados com os votos favoráveis de PSD, CDS-PP, BE, PCP e PEV e contra do PS e de dois deputados sociais-democratas.

Aliás, em relação ao diploma dos sociais-democratas, vários deputados do PSD anunciaram a apresentação de declarações de voto, entre os quais Pacheco Pereira, Manuela Ferreira Leite, José Luis Arnaut e Maria José Nogueira Pinto.

O projecto de lei do Bloco de Esquerda que previa a suspensão do actual modelo e definia um novo sistema de avaliação foi rejeitado pelos votos contra do PS e Pacheco Pereira, a abstenção de PSD e CDS-PP e os votos favoráveis de BE, PCP e e PEV.

Foram ainda aprovados os projectos de resolução do CDS-PP e do PSD – portanto recomendações ao Governo - que enunciam princípios orientadores do futuro modelo de avaliação de desempenho dos professores.

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declarações de Passos Coelho :
 
«O actual modelo de avaliação de professores é um processo monstruoso e kafkiano!»
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« Suspender este modelo de avaliação pode contribuir para pacificar a vida das escolas e dar aos professores a possibilidade de se focarem melhor naquilo que é a sua vocação, que é ensinar! » -  aqui

10 junho 2011

Passos Coelho e a Educação

Passos Coelho ganhou as eleições de domingo passado.
Durante a campanha eleitoral, não lhe ouvi UMA palavra sobre educação.

Fê-lo antes, em pré-campanha.
E é isso que neste momento lhe venho cobrar: que mantenha a sua palavra!

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«Os professores não precisam de ter um exército burocrático, nem de que todos os dias os informem de como devem dar as aulas..»
«Ai do ministro da Educação que pense que tem de mudar os professores para reformar a Educação!» .
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« suspender este modelo de avaliação pode contribuir para pacificar a vida das escolas e dar aos professores a possibilidade de se focarem melhor naquilo que é a sua vocação, que é ensinar! »

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- em 12 de Maio de 2011, no lançamento de "O Ensino Passado a Limpo",
sobre o programa do PSD para a Educação, a promessa de Passos Coelho:
«    Iremos melhorá-lo!   »   (ouvir)


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- excertos do prefácio (da autoria de Passos Coelho)
a "O Ensino Passado a Limpo", de Santana Castilho:

  • Aqui se procura (...)apontar orientações e soluções susceptíveis de serem incorporadas num programa de acção política governativa. (...) o autor (...) estabelece uma proposta realista de prioridades de acção que se adequa bem à hierarquia dos problemas a merecer resposta mais urgente no ponto a que chegámos em matéria de resultados na Educação.
  • (...) é evidente que vejo a presente edição como muito útil para a definição dos passos a dar neste domínio no futuro próximo.
  • (...) O país não muda por decreto e a Educação e o Ensino também não. Quem realiza verdadeiramente as transformações são os múltiplos agentes que operam e intervêm diariamente no processo educativo, sendo o legislador apenas uma das partes envolvidas. Neste sentido, as reformas só estarão adquiridas se aqueles que são os agentes da mudança as tomarem como suas também.
  • (...) os últimos anos têm trazido uma burocratização insuportável em torno de todo o processo educativo, descaracterizando as missões dos diversos intervenientes, sobretudo notório no caso dos professores, e desvirtuando o propósito implícito aos procedimentos, como foi o caso mais revoltante da avaliação de desempenho.
  • As más políticas e a instabilidade têm provocado estragos grandes que não têm de ser irreversíveis se actuarmos depressa. Mas só a boa resposta política pode ser capaz de restaurar a nossa capacidade para mudar no sentido que é necessário e desejado pela maioria. Esta obra ajuda-nos a concretizar essa mudança.
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Ora aí está, Passos Coelho! 
Mostre que é capaz de actuar bem e depressa! 
A EDUCAÇÃO agradece!!!
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