08 fevereiro 2009

resistências: a música como arma


clicar na foto para ouvir A.C.O.
  • porque atrás dos tempos vêm tempos..
  • porque, de novo, este é o tempo em que os homens renunciam ..
  • e porque só estas canções me parecem, agora, fazer sentido ..

um site que as reúne quase todas: AQUI : ao meio, onde diz "canções de intervenção", ir seleccionando.É só clicar para ouvir; gosto muito da n.º 19: CANÇÃO COM LÁGRIMAS, música e voz de Adriano Correia de Oliveira, letra de Manuel Alegre: dedicada a um amigo que morreu na guerra colonial

 

no vídeo: Fala do Homem Nascido -Poema: António Gedeão - Música: José Niza


quando morreu o Adriano, dele disse Zeca Afonso: "Desapareceu o último cantor de intervenção."
al

5 comentários:

armandino disse...

Armandino disse...

Apesar de só agora comentar já visitei várias vezes este blogue e aprecio a sua qualidade. Estão todos de parabéns e para ti amiga Ana um abraço muito grande... Mª Armandino Vilas

Domingo, 25 Janeiro, 2009

al disse...

obrigada, Amiga!
bjis aí p'r'o NORTE!

ana

Domingo, 25 Janeiro, 2009

Anónimo disse...

O que faz falta é avisar a malta!, já dizia o saudoso Zeca Afonso.

e...
atenção, pessoal, mais
cantores
de
intervenção
PRECISAM-SE
AGORA!!!

Domingo, 25 Janeiro, 2009

AE disse...

AE disse...

A "Canção com Lágrimas" é belíssima, e tão dorida que me põe, de facto, lágrimas nos olhos.

Triste fico também com a actualidade, embora a diferentes níveis, da "Trova do Vento que passa".

Ainda falta 'inventar-se Portugal, como dizia o Camões (ou era o Fernando Pessoa?)

Domingo, 25 Janeiro, 2009

al disse...

AE,
a palavra seria 'cumprir-se', e o poema, 'o Infante' é do Fernando Pessoa:

O INFANTE

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português ...
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!


O poema está na página 'navegar é preciso', do dpt de línguas:

http://www.malhatlantica.pt/lestrangeiras_esag/navegar_e_preciso.htm

Domingo, 25 Janeiro, 2009