Mostrar mensagens com a etiqueta nuvens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta nuvens. Mostrar todas as mensagens
11 novembro 2010
21 julho 2010
27 abril 2010
16 março 2010
19 dezembro 2009
Uma nova nuvem com música dentro (para a AL)
Para os apreciadores de nuvens e de música "estratosférica" e melancólica. Perry Blake ,"Ordinary day".
06 novembro 2009
e parei-me a olhar
há quem fotografe flores, se apaixone pela sua beleza delicada. eu é de nuvens que gosto. enternece-me a sua fugacidade, a sua quase inexistência: passa um minuto e aquela nuvem é já outra nuvem, outras as tonalidades, os contornos, o espaço em volta
gosto de nuvens, sobretudo nos limites dos dias. acordo e elas estão lá, tingindo-se do sol que nasce. olho-as como se dissesse nuvem, ou como se dissesse mãe. extasio-me com a sua luz, o movimento, o devir constante. viajantes na minha manhã. e eu, única, olhando-as
lembro-me de um dia, há muitos anos, era verão. estava a 20 metros da escola e não fui. por cima da ponte parei-me * a olhar o céu, vermelho como só nalguns fins de tarde. olhava e extasiava-me, olhava e imbuía-me de luz beleza arte. olhava e era um fogo que me prendia, me encandeava. eu em duplo no cimo da ponte. eu já muito grávida, só sentidos, ebulição. eu ali parada, guardando em nós o instante irrepetível daquele céu.
as minhas nuvens hoje, rumando ao mar
* é o José Luís Peixoto que assim usa este verbo - aqui, só podia tê-lo deste modo, reflexivo, estático, pregado ao chão
18 outubro 2009
14 fevereiro 2009
08 fevereiro 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)
