30 junho 2011

o golpe mais sujo de PPC!

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- fazer crer ao 'pagode' que ia escolher Santana Castilho para ministro da educação, adoptar as suas ideias, implementar as suas medidas:

- excertos do prefácio (da autoria de Passos Coelho)
a "O Ensino Passado a Limpo", de Santana Castilho:

qto ao progr., «Vamos melhorá-lo!»

Aqui se procura (...)apontar orientações e soluções susceptíveis de serem incorporadas num programa de acção política governativa. (...) o autor (...) estabelece uma proposta realista de prioridades de acção que se adequa bem à hierarquia dos problemas a merecer resposta mais urgente no ponto a que chegámos em matéria de resultados na Educação.

(...) é evidente que vejo a presente edição como muito útil para a definição dos passos a dar neste domínio no futuro próximo.

(...) O país não muda por decreto e a Educação e o Ensino também não. Quem realiza verdadeiramente as transformações são os múltiplos agentes que operam e intervêm diariamente no processo educativo, sendo o legislador apenas uma das partes envolvidas. Neste sentido, as reformas só estarão adquiridas se aqueles que são os agentes da mudança as tomarem como suas também.

(...) os últimos anos têm trazido uma burocratização insuportável em torno de todo o processo educativo, descaracterizando as missões dos diversos intervenientes, sobretudo notório no caso dos professores, e desvirtuando o propósito implícito aos procedimentos, como foi o caso mais revoltante da avaliação de desempenho.

As más políticas e a instabilidade têm provocado estragos grandes que não têm de ser irreversíveis se actuarmos depressa. Mas só a boa resposta política pode ser capaz de restaurar a nossa capacidade para mudar no sentido que é necessário e desejado pela maioria. Esta obra ajuda-nos a concretizar essa mudança.

1 comentário:

Luís Costa disse...

E eles cumpriram a palavra, Ana. Melhoraram o programa, mas na sua perspectiva. Aliás, se pensarmos bem, o que significa "melhorar"?

Estes políticos nem com caderno de encargos oferecem garantias. São autênticos proxenetas da democracia: servem-se dela e do povo. Um dia, este acaba por não suportar mais ver a filha prostituída à força e vai-se revoltar.